A Dra. Natália Pinhal é ginecologista e uroginecologista em São Paulo, com atuação voltada ao cuidado de mulheres em diferentes fases da vida. Seu trabalho reúne ginecologia, uroginecologia e cirurgia vaginal, com atenção especial a queixas íntimas e urinárias que muitas vezes são vividas em silêncio.
Sua prática clínica é guiada por escuta, clareza e decisão compartilhada. Antes de indicar um tratamento, a Dra. Natália busca entender como a queixa começou, o quanto interfere na rotina da paciente e quais caminhos podem ser mais adequados para cada caso. Esse olhar é especialmente importante em temas como perda de urina, bexiga caída, útero baixo, ressecamento vaginal, dor na relação e doenças ginecológicas benignas.
Formação e subespecialização
A Dra. Natália Pinhal formou-se em Medicina pela UNIFESP/EPM em 2015. Também realizou residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela UNIFESP/EPM, concluída em 2019, e subespecialização em Uroginecologia e Cirurgia Vaginal pela mesma instituição, concluída em 2020.
Essa formação permite uma avaliação integrada da saúde ginecológica, urinária e vaginal. Além do acompanhamento ginecológico de rotina, a Dra. Natália atua no diagnóstico e tratamento de disfunções do assoalho pélvico, como incontinência urinária e prolapso genital, sempre com cuidado para diferenciar quadros que podem parecer parecidos para a paciente, mas exigem condutas diferentes.
CRM-SP 176682 · RQE 90318
Condições que a Dra. Natália acompanha e trata
Muitas pacientes chegam à consulta pela queixa, e não pelo nome técnico da condição. Por isso, a avaliação parte do que a mulher sente no dia a dia.
Perda de urina, escape ao tossir ou urgência para urinar
A perda de urina pode acontecer ao tossir, espirrar, rir ou fazer esforço, mas também pode surgir como vontade súbita de urinar, sem tempo de chegar ao banheiro. Nem toda perda urinária é igual, e essa diferença muda o tratamento.
SAIBA MAIS
Peso na vagina, bexiga caída ou útero caído
Sensação de peso, bola na vagina, abaulamento ou desconforto na relação podem estar ligados ao prolapso genital. O diagnóstico depende principalmente do exame físico.
SAIBA MAIS
Secura vaginal, ardência ou dor na relação
O ressecamento vaginal pode estar relacionado à atrofia vaginal, principalmente na peri e pós-menopausa, mas também pode aparecer em outras fases de queda hormonal.
SAIBA MAIS
Mioma uterino
O mioma pode causar sangramento aumentado, dor pélvica ou cólicas, mas nem todo mioma precisa de cirurgia. A conduta depende dos sintomas, tamanho, localização e fase de vida da paciente.
SAIBA MAIS
Pólipo endometrial
O pólipo pode aparecer em exames de rotina ou na investigação de sangramentos. Quando indicado, o tratamento costuma ser feito por histeroscopia cirúrgica.
SAIBA MAIS
Cisto no ovário
A maioria dos cistos ovarianos é benigna e pode ser acompanhada. A cirurgia é considerada em casos específicos, como cistos volumosos, dor importante ou suspeita nos exames.
SAIBA MAISUma médica que escuta antes de decidir
A consulta com a Dra. Natália é conduzida com tempo de escuta, exame direcionado quando necessário e explicação clara sobre o que foi encontrado. A paciente é orientada sobre possibilidades de acompanhamento, tratamento clínico, fisioterapia pélvica, procedimentos em consultório ou cirurgia, conforme o caso.
Ser atendida por uma ginecologista mulher também pode trazer mais conforto para pacientes que sentem vergonha de falar sobre perda de urina, secura vaginal, dor na relação, frouxidão ou sensação de bexiga caída. Essas queixas são acolhidas com seriedade, sem julgamento e sem pressa.
Cirurgia vaginal com experiência e técnica
A Dra. Natália atua com cirurgias ginecológicas benignas e cirurgias uroginecológicas, especialmente por via vaginal. Entre os procedimentos que podem ser discutidos após avaliação estão o sling para incontinência urinária de esforço, a colpoplastia para prolapso genital e a histerectomia vaginal em casos selecionados.
A via vaginal pode ser um diferencial técnico em algumas situações, por permitir correções sem incisão abdominal. Ainda assim, a indicação depende da anatomia, dos exames, do grau da alteração, dos sintomas e da segurança para cada paciente. O foco não é operar por operar, mas indicar a conduta certa para o momento certo.
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